A arqueologia mostra erros no Novo Testamento?
Os arqueólogos têm sistematicamente
descoberto os nomes dos oficiais do governo, reis, cidades e
festivais mencionados na Bíblia - algumas vezes pessoas ou
lugares que os historiadores não achavam que existiam. Por
exemplo, o Evangelho de João fala sobre Jesus curando um
paralítico, perto do tanque de Betesda. O texto descreve
inclusive os cinco pavilhões (caminhos) que levam até o
tanque. Estudiosos não acreditavam que o tanque existisse
mesmo, até que os arqueólogos o acharam a quarenta pés abaixo
do solo, completo com os cinco pavilhões.
A Bíblia tem uma riqueza de detalhes
históricos tremenda, porém, nem tudo o que foi mencionado nela
foi encontrado pela arqueologia. Contudo, nenhum achado
arqueológico criou conflito com o que a Bíblia registrou.
Em contraste, o repórter Lee Strobel comenta
sobre o livro dos Mórmons: "A arqueologia, repetidamente,
falhou em substanciar suas afirmações sobre os eventos que
supostamente ocorreram há muito tempo nas Américas. Eu lembro
ter escrito para o Instituto Smithsonian para investigar sobre
a existência de qualquer evidência que confirmasse as
afirmações do Mormonismo, somente para ouvir de forma
inequivocada que os arqueólogos do instituto não vêem conexão
direta entre a arqueologia do Novo Mundo e o objeto do livro".
Arqueólogos nunca localizaram as cidades, pessoas, nomes ou
lugares mencionados no Livro dos Mórmons.
Em comparação, muitas das localidades antigas
mencionadas por Lucas, no Livro de Atos, do novo Testamento,
foram identificados pela arqueologia. "Ao todo, Lucas deu o
nome de trinta e dois países, cinqüenta e quatro cidades e
nove ilhas sem um erro".
A arqueologia também refutou muita das
teorias infundadas sobre a Bíblia. Por exemplo, ainda ensinado
em algumas faculdades hoje, o Documentário de Hipóteses JEPD
sugere que Moisés não poderia ter escrito o Pentateuco (os
cinco primeiros livros da Bíblia), porque a escrita não
existia em seus dias. Então arqueólogos descobriram o "Black
Stele" uma placa de basalto preto esculpida: "tinha caracteres
de escrita cuneiforme e continha detalhes da lei Hammurrabi".
Era isto pós-Moisés? Não! Era pré-Moisés, e não somente isso,
era também pré-Abraão (2000 AC). Precedia os escritos de
Moisés por pelo menos três séculos. A 'Hipótese do
Documentário' ainda é ensinada, mesmo que seu fundamento tenha
sido erradicado e demonstrado ser falso.
Um outro grande achado arqueológico
confirmando um alfabeto antigo é a descoberta das Tábuas do
Ebla, no norte da Síria em 1974. Essas 14 000 tábuas de argila
são tidas como sendo de 2300 anos a.C., centenas de anos antes
de Abraão.15 As tábuas descrevem uma cultura e um
modo de viver similar ao registrado em Gênesis entre os
capítulos 12 e 50.
É significante notar que a arqueologia não
desarmou todas as críticas e argumentos contra a Bíblia.
Contudo, olhando-se para o que foi encontrado pela
arqueologia, a veracidade histórica da Bíblia está seguramente
intacta. Para um maior estudo: