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Quem escreveu a Bíblia? Como
ela se compara aos outros livros
"sagrados"?
O Alcorão veio de Maomé. O
livro dos Mórmons veio de Joseph Smith. Mas a
Bíblia é única, dentre os muitos livros sagrados
do mundo. Não foi escrita por uma só pessoa.
Pelo contrário, o Velho e o Novo Testamento
foram escritos por 40 autores diferentes,
provenientes da Ásia, África e Europa, num
espaço de tempo de 1600 anos.
Os escritores da Bíblia - mesmo
em um período de tempo tão longo - transmitiram
todos a mesma mensagem básica: o Deus que criou
os céus e a terra providenciou uma maneira para
que as pessoas pudessem conhecê-lo pessoalmente.
Além da autoria singular, a
Bíblia também tem o melhor histórico de
profecias que mais tarde foram cumpridas
detalhadamente. Por exemplo, vários profetas do
Velho Testamento fizeram mais de 300 profecias
específicas sobre a vinda do Messias, onde ele
nasceria, onde cresceria, etc. Elas foram todas
perfeitamente cumpridas por Jesus Cristo
centenas de anos depois. Essas e muitas outras
profecias cumpridas mostram porque os escritores
podiam escrever: "Assim diz o Senhor..." - eles
estavam falando por Aquele que sabe "o fim desde
o começo,"1
A arqueologia também repetida
vezes confirma nomes de pessoas, eventos
históricos e detalhes geográficos, exatamente
como registrado no Velho e no Novo Testamentos.
Embora a arqueologia não possa provar a
veracidade espiritual da Bíblia, as descobertas
mostram a confiabilidade da Bíblia como um
relato histórico.
Também, comparada com outros
escritos antigos, a Bíblia foi
extraordinariamente preservada através do tempo.
Comparado com somente sete manuscritos da obra
de Platão, existem mais de 5 000 manuscritos do
Novo Testamento. E quando o texto de todos esses
volumes são comparados uns com os outros,
descobre-se que eles são 99,5%
consistentes.

A Bíblia é historicamente
verdadeira? Os Evangelhos estão corretos sobre
Jesus?
Como podemos saber se os
Evangelhos biográficos sobre a vida de Jesus são
verdadeiros? Quando os historiadores tentam
determinar a confiabilidade de uma biografia,
eles perguntam: "As numerosas fontes relatam os
mesmos detalhes sobre esta pessoa?"
Por exemplo, imagine que você
coleciona biografias do ex-presidente americano
John F. Kennedy. Uma biografia diz que JFK
devotou dez anos de sua vida vivendo como um
pregador na África do Sul. Uma outra diz que ele
freqüentemente fazia discursos em chinês
mandarim. Mas, quando você pergunta para aqueles
que eram próximos do ex-presidente, eles
respondem enfaticamente que JFK nunca foi
pregador, nunca morou na África do Sul e nunca
falou Mandarim. A credibilidade dessas
biografias está hoje fora de questão. Todavia,
se numerosas fontes relatassem esses fatos sobre
JFK, a repetição dessas informações fariam com
que elas parecessem verdadeiras.
Considerando Jesus de Nazaré,
encontramos múltiplas biografias relatando fatos
similares sobre a sua vida? Sim. Há quatro
livros do Novo Testamento (chamados evangelhos)
que dão detalhes precisos sobre a vida de Jesus.
Quem escreveu os evangelhos? Dois destes livros
foram escritos por homens que conheciam Jesus
pessoalmente e viajaram com Ele por mais de três
anos. (Mateus e João), os outros dois livros
foram escritos por pessoas muito próximas dos
apóstolos de Jesus.
Cada um dos quatro autores
registrou narrativas muito detalhadas da vida de
Jesus. Como você poderia esperar de vários
escritores que escrevem sobre a vida de uma
pessoa real, há concordância nos fatos, mas
também há singularidade e variações nas
apresentações. E cada biografia é apresentada
sem sensacionalismo ou floreamentos criativos,
mas em um estilo jornalístico do tipo "assim é
como foi". Os evangelhos dão nomes geográficos
específicos e detalhes culturais que foram
confirmados por historiadores e arqueólogos. As
mensagens nos evangelhos também indicam
autenticidade.
Assim, o conteúdo das mensagens
de Jesus e suas interações com os outros são
obviamente singulares e determinadas de forma
precisa no tempo. Suas declarações eram
diferentes do que era correntemente ensinado no
Judaísmo. E seus ensinamentos omitiam tópicos
que a Igreja primitiva provavelmente teria
gostado que Jesus ensinasse. Isso confirma que
os biógrafos foram corretos, não atribuindo a
Jesus palavras a partir de uma perspectiva
posterior.
Para
uma amostra do que é apresentado em um dos
evangelhos, clique aqui.
Para
uma comparação do Novo Testamento com outros
textos antigos, clique aqui.
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