O Evangelhos são apresentados como algo verídico, "Assim foi".

Até mesmo os relatos sobre Jesus fazendo milagres é escrito sem sensacionalismo ou misticismo. Um exemplo típico é o registro de Lucas, capítulo 8, onde Jesus traz de volta à vida uma menina. Preste atenção nos detalhes e clareza deste relato:

Então um homem chamado Jairo, dirigente da sinagoga, veio e prostrou-se aos pés de Jesus, implorando-lhe que fosse à sua casa porque sua única filha, de cerca de doze anos, estava à morte.

Estando Jesus a caminho, a multidão o comprimia. E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia e gastara tudo o que tinha com os médicos;* mas ninguém pudera curá-la.

Ela chegou por trás dele, tocou a borda de seu manto, e imediatamente cessou sua hemorragia.

"Quem tocou em mim?", perguntou Jesus. Como todos negassem, Pedro disse: "Mestre, a multidão se aglomera e te comprime". Mas Jesus disse: "Alguém tocou em mim; eu sei que de mim saiu poder".

Então a mulher, vendo que não conseguiria passar despercebida, veio tremendo e prostrou-se aos seus pés. Na presença de todo o povo contou por que o tinha tocado e como fora instantaneamente curada. Então ele lhe disse: "Filha, a sua fé a curou!* Vá em paz".

Enquanto Jesus ainda estava falando, chegou alguém da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga, e disse: "Sua filha morreu. Não incomode mais o Mestre". Ouvindo isto, Jesus disse a Jairo: "Não tenha medo; tão somente creia, e ela será curada".

Quando chegou à casa de Jairo, não deixou ninguém entrar com ele, exceto Pedro, João, Tiago e o pai e a mãe da criança. Enquanto isso, todo o povo estava se lamentando e chorando por ela. "Não chorem", disse Jesus. "Ela não está morta, mas dorme". Eles riam dele, sabendo que ela estava morta.

Mas ele a tomou pela mão e disse: "Menina, levante-se!" O espírito dela voltou, e ela se levantou imediatamente. Então Jesus lhes ordenou que lhe dessem de comer. Os pais dela ficaram maravilhados, mas ele lhes ordenou que não contassem a ninguém o que acontecera.

Assim como outros relatos de Jesus curando pessoas, este tem uma marca de autenticidade. Se fosse ficção, parte dele teria sido escrito de uma forma diferente. Por exemplo, num registro fictício não haveria uma interrupção de algo que estivesse acontecendo. Se fosse ficção, as pessoas que lamentavam não teriam rido da afirmação de Jesus; ficariam zangados talvez, ou magoada por isso, mas não ririam. E ao escrever uma ficção, teria Jesus ordenado aos pais que ficassem quietos sobre aquilo? Você esperaria que a cura fizesse um grande momento. Mas a vida real não é tão certinha. Existem interrupções. As pessoas reagem estranhamente. E Jesus tinha suas razões para não querer que os pais espalhassem isso.

O melhor teste de autenticidade dos Evangelhos é ler você mesmo. Eles devem ser lidos como um relato de eventos reais ou como ficção? Se é real, então Deus se revelou a nós. Jesus veio, ensinou, inspirou e atraiu milhões que lêem suas palavras e sobre sua vida hoje. O que Jesus afirmou nos evangelhos, muitos têm descoberto ser uma verdade confiável: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente." (João 10:10)

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